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terça-feira, 25 de abril de 2017

Vem aí!




Está preparado?


Dia 01/05, às 20hs, no Blog dos Taurinos. Todo mundo pode participar, de qualquer signo! O vencedor leva o prêmio!


Conheça os vencedores dos nossos desafios anteriores.

Primeiro Desafio do Blog dos Aquarianos

Primeiro Desafio dos Blog dos Piscianos

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Nesta Sexta-Feira Santa...




... os nossos blogs trazem um especial sobre a ópera-rock Jesus Cristo Superstar, destacando em cada um dos signos um aspecto diferente da obra, seja o álbum duplo que deu origem a tudo, as montagens teatrais que até hoje são realizadas, ou, principalmente, o filme. Então, vale a pena percorrer todos, pois, para aqueles que já conhecem o musical, a lembrança será oportuna e apreciada; para os que ainda não o conhecem, nossos blogs têm muito orgulho de lhes apresentar esse grande momento da música!

  
Andrew Lloyd Webber (à esquerda) e Tim Rice.


Concebido nos anos 70, o álbum conceitual da dupla Andrew Lloyd Webber e Tim Rice parecia já imbuído de sua importância e atemporalidade. Sim, pois diferente de outros frutos nascidos sob a influência do flower-power, da contracultura e do movimento hippie, como o musical Hair, por exemplo, JCS não ficou datado. Escutamos ou assistimos à obra hoje sentindo o mesmo impacto e admiração que ela causou quando foi lançada. A música de Andrew Lloyd Webber é excepcional e as letras de Tim Rice continuam ferinas, precisas e surpreendentes, com tamanho poder de síntese da verdadeira essência dos Evangelhos, que nem mesmo os mais conservadores conseguem rejeitar o musical como sacrílego, não importando a irreverência e as liberdades tomadas, pois a figura de Cristo acaba sendo mostrada em sua serena grandeza e autoridade com muito mais força do que em encenações mais convencionais e certinhas. No filme, isso é ainda mais acentuado pela comovente interpretação de Ted Neeley.




O libreto, permeado de anacronismos intencionais, gírias e comportamentos e ótica contemporâneos, centra-se nos últimos sete dias da vida de Jesus, começando com os preparativos para sua entrada triunfal em Jerusalém, no Domingo de Ramos, e termina com a crucificação, tudo isso contado do ponto de vista de Judas Iscariotes, retratado como uma figura trágica, insatisfeito com o fato de Jesus não aproveitar sua popularidade para encabeçar uma rebelião contra os romanos.




Tanto no álbum como no filme, Carl Anderson brilha como Judas, que é o fio condutor e, em última análise, o verdadeiro protagonista. Então, é de se ressaltar a importância do fato de o papel ter sido dado a um ator negro. Fosse hoje em dia, onde a preocupação com o politicamente correto leva, às vezes, ao efeito contrário do desejado, o papel de Judas, o traidor, jamais seria oferecido a um ator/cantor negro, por medo de que a opinião pública achasse que seria racismo. Naquela época, quando a geração hippie genuinamente vivia a igualdade entre todos, a parte de Judas foi oferecida a Carl Anderson sem segundas considerações simplesmente porque ele era um soberbo tenor e um intérprete cheio de nuances e da intensidade que o papel pedia. Certamente não fariam isso nos dias de hoje, e seríamos privados de sua atuação. Esse rolo compressor do “politicamente correto” cerceia muitos atores negros atualmente, já que quase nunca são chamados para papéis de vilões, perdendo grandes oportunidades. Só nomes muito consagrados como Morgan Freeman e Samuel L. Jackson, por exemplo, fogem a essa regra não escrita, mas amplamente praticada. Tanto é, que em filmes e seriados de suspense, o culpado praticamente nunca será o suspeito negro e, como o público já sabe disso, o número de suspeitos para ele é reduzido logo de cara e o mistério também. E isso resulta em racismo, da mesma forma, pois atores negros são chamados sempre para papéis muito dignos de médicos ou juízes, mas que na trama não têm a menor importância. Isso sim é racismo! Então, que bom que Jesus Cristo Superstar é de 1970 e nós hoje podemos nos deleitar com o show de Carl Anderson interpretando o maior vilão de todos os tempos.


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Saiba mais sobre o libriano Melvyn Bragg (06/10), roteirista de Jesus Cristo Superstar:





Melvyn Bragg conseguiu o roteiro de JCS graças a seus trabalhos anteriores, biografias para cinema e televisão de personalidades como Debussy, Isadora Duncan e Tchaikovsky. Bragg conta que escrever esse roteiro despertou nele especial interesse pela figura de Maria Madalena. Em sua opinião, a percepção que o letrista de JCS, Tim Rice, tinha da personagem já naquela época “parece estar em consonância com a visão que grande parte dos eruditos modernos têm dela”. Fascinado pela participação de Maria Madalena nos Evangelhos, Bragg realizou uma série de estudos sobre ela e até voltou a Israel outras vezes para se aprofundar em sua pesquisa. 



Assista ao filme completo legendado:




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Embora não tenha relação com a ópera-rock Jesus Cristo Superstar, trazemos ainda nessa Sexta-feira Santa uma entrevista especial com o ator libriano que viveu Jesus em uma polêmica produção cinematográfica. Jim Caviezel (26/09) fala de sua experiência como protagonista de A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson.





Veja também:










Saiba mais sobre a Andrew Lloyd Webber (Blog dos Arietinos), o compositor da ópera-rock

Saiba mais sobre Josh Mostel e Ernie Cefalu (Blog dos Sagitarianos), respectivamente, o intérprete de Herodes e o designer da clássica capa do álbum

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Voltamos! Nossa lojinha ficou alguns dias fora do ar para cadastrarmos produtos, mas estamos de volta com novidades! Conheçam os nossos Fandom Blocks, quadrinhos coloridos de sua série ou filme preferido! Arte original, assinada! Exclusivos e colecionáveis, para você enfeitar a sua parede! Vem aí uma enxurrada deles!



terça-feira, 11 de abril de 2017

Por acaso já foi dito aqui que librianos têm um apurado senso de justiça?




Bom, em que medida o libriano Bob Odenkirk (22/10) levou essa característica do signo de Libra para o seu personagem Saul Goodman, o advogado das séries Breaking Bad e seu spin-off Better Call Saul




Bastante, ao que parece!




Pelo menos, o suficiente para que tomássemos simpatia por um advogado de porta de cadeia que equilibra a balança de uma maneira bem peculiar.




Afinal de contas, acabamos nos perguntando como seu personagem, mestre das chicanas, é o herói, ao passo que seu irmão na série, vivido pelo também libriano Michael McKean (17/10), um advogado que é um exemplo da prática ética do Direito, tornou-se o grande vilão de Better Call Saul.



Diz a propaganda das páginas amarelas: "Problemas com a Justiça??? Reincidência de embriaguez ao volante? Tem um bicho de estimação ilegal? Matou alguém? Posse de drogas? Acidente de trabalho? Matou alguém? Melhor ligar para o Saul! Saul Goodman, advogado. Ligue agora. A lei pode ser traiçoeira. Deixe Saul cuidar à sua maneira. Você não precisa de um advogado criminal. Você precisa de um advogado criminoso!"


A terceira temporada de Better Call Saul estreia hoje na Netflix.
Enquanto você espera...


JOGUE AGORA:
SLIPPIN' JIMMY!


quarta-feira, 5 de abril de 2017

O dia hoje é de Butcher Billy!




Quem acompanha nossos blogs já percebeu que a tônica em todos eles é a cultura pop. Sendo justamente essa a força motriz do trabalho do artista brasileiro Bily Mariano da Luz (elevada à enésima potência), dedicaremos a ele as postagens de hoje.




Isso mesmo: postagens com diferentes obras dele em todos os blogs a fim de termos espaço minimamente suficiente para uma amostra de sua torrencial produção! Os retratados encontram-se organizados por seus respectivos signos. Então, para você curtir todos os exemplos que selecionamos da arte feroz de Butcher Billy que ganhou o mundo, é só clicar nos links dos demais blogs ao final do post.




O trabalho desse curitibano, inspirado por uma variedade de fontes da cultura pop como música, quadrinhos, games, cinema etc., é a um só tempo criativo, impactante e nostálgico... Nos seus mashups (fusão de universos distintos), ele não se preocupa nem um pouco em ser politicamente correto nem em seguir regras. Sua arte única é um caos genial e cheio de atitude! 






Curiosidade 1: em 2016, Butcher Billy publicou nas redes sociais o acordo de confidencialidade que assinou para participar da produção da quarta temporada de Black Mirror, série original da Netflix. As artes para as capas dos episódios das temporadas anteriores da ficção científica...





... chamaram a atenção até do próprio roteirista do seriado, o inglês Charlie Brooker, que contatou o ilustrador diretamente pelo Twitter.




Curiosidade 2: para quem ficou se perguntando, Butcher Billy é pisciano (19/03).




Confira agora algumas de suas obras. Divirta-se! 



Yoko Ono e John Lennon (09/10)




Homenagem a Carrie Fisher (21/10)




Thom Yorke (07/10) na série "We are Batman – Can a hero really be anyone?"




Johnny Ramone (08/10)




Chuck Berry (18/10)



Veja outros trabalhos de Butcher Billy:










Sagitarianos

Arietinos

terça-feira, 4 de abril de 2017

Atenção fãs de Prision Break: tem post novo sobre o seriado e sua sequel no Blog dos Geminianos/Blog dos Aquarianos.

sábado, 1 de abril de 2017

A seguir, imagens exclusivas da condução coercitiva de Michel Temer (23/09):




Assista a outro vídeo exclusivo aqui.